quinta-feira, 25 de março de 2010

Uma imagem vale por mil palavras

Foto emprestada da net (Todos os direitos reservados)
A pessoa quando é jovem, pensa que pode tudo, pensa que pode conquistar o mundo, e que  é o centro do universo; a mais formosa, a mais bela, a mais tudo. Tem ânsia de querer saber e aprender tudo.

À medida que o tempo passa, percebe-se que muita coisa se perde pelo caminho, muita coisa que se fez foi em vão, e pura  ilusão. Se faz para agradar o ego. Mas tem coisa que se faz com carinho, com amor, algo que engrandece a alma e enobrece o coração. Edifica o espírito.  Descarta-se grande parte de tudo o que se conquistou com a soma do tempo à idade e torna-se seletivo e às vezes acrescido uma pitada de  sabedoria.  Velho, porém sábio. Para alguma coisa deveria servir as rugas e os cabelos brancos e não morrer de vergonha, tampouco vangloriar-se. Troca justa. A prepotência ganha um lugar de destaque nessa ladainha toda: lixeira.

Fotografar é capturar um pouco da alma e da essência do assunto escolhido.  É uma arte maravilhosa. Embevece. 


sábado, 6 de março de 2010

Onde fica mesmo o infinito?

Infinito 
Dizem que
É logo ali
 Entre o céu e a terra.
Entre o pensar e o realizar.
A poesia é a escada
que te lá levará.

Aprendi com o poeta Mario Quintana
Que já dizia isso
No  poema

 MEU BONDE PASSA PELO MERCADO



O que há de bom mesmo não está a venda,
O que há de bom não custa nada.
Este momento é a flor da eternidade!
Minha alegria aguda até o grito...
Não essa alegria alvar das novelas baratas,
Pois minha alegria inclui também minha tristeza
- a nossa tristeza...
Meu companheiro de viagens, sabes?
Todos os bondes vão para o Infinito!

Cada um pode visitar
O finito do outro
Cada um ensina o que sabe
Um pouco
E assim a gente chega lá
No Infinito
De bonde ou pela escada
De qualquer maneira
E de qualquer lugar.